Conheça Celso Giannazi

Celso Giannazi é servidor público e vereador de São Paulo.

Nasceu em São Paulo, é engenheiro, advogado e mestre em Direito em “Positivação e Concretização Jurídica dos Direitos Humanos”.

Ingressou no Serviço Público em 1998. Atuou como presidente da 4ª Câmara Julgadora do Conselho Municipal de Tributos e Diretor da Divisão de Fiscalização de Serviços da Secretaria de Finanças de São Paulo. Também foi presidente do Sindicato da sua categoria por 3 mandatos consecutivos, ao mesmo tempo em que ocupou a vice-presidência da Região Sudeste da Federação que representa a sua categoria.

Política

Ao longo da sua vida, Celso Giannazi sempre lutou em defesa dos direitos sociais e do fortalecimento dos Serviços Públicos. Ao lado do seu irmão, o professor e deputado Carlos Giannazi, atua fiscalizando e denunciando os ataques, retrocessos e desmonte dos Serviços Públicos.

Câmara Municipal

Em 30 de janeiro de 2019, assumiu como vereador de São Paulo no lugar de Sâmia Bomfim. E tem como bandeiras principais a defesa dos Serviços Públicos e de uma Educação pública de qualidade. Também tem como agendas de luta a defesa da Saúde, Segurança, Meio Ambiente, Transportes, Cultura e Lazer.

É membro titular da “Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho e Mulheres” e da “Comissão Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude”, ambas da Câmara Municipal de São Paulo.

Primeiras lutas na Câmara de São Paulo

SampaPrev

Assim que tomou posse, Giannazi colocou seu mandato à disposição dos servidores públicos em greve contra o confisco salarial, imposto por Bruno Covas, com a aprovação da Lei 17.020/2018.

Tendo como primeira ação a apresentação do Projeto de Lei 34/2019, que revoga de maneira imediata a Lei 17.020/2018, e da criação de uma Frente Parlamentar para revogar o SampaPrev.

Defesa da Educação

Em defesa do acesso à Educação pública, laica e de qualidade, lançou no dia 10 de abril o Programa Educação em Primeiro Lugar, uma plataforma para São Paulo que está baseada em três eixos: Gestão Democrática, Direitos dos Estudantes e os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da Educação.

Como primeiros passos para a concretização do Programa Educação em Primeiro Lugar, Giannazi apresentou cinco projetos lei: PL 289/2019, que limita o número de alunos nas salas de aula da Rede Municipal de Ensino; PL 288/2019, que autoriza o Poder executivo a limitar o número de alunos da Rede Municipal de Ensino, nas salas de aula da Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e ensino Médio, que têm matriculados alunos com deficiência, inclusive da Rede Parceira e da Rede Privada de Ensino; o PL 216/2019, que autoriza o Poder Executivo a reduzir para 30 (trinta) horas a jornada semanal de trabalho do quadro de apoio à educação, sem redução salarial dos vencimentos e sem prejuízo da evolução funcional, carreira ou demais vantagens, bem como a estender o recesso escolar do mês de julho para o referido quadro e a classe dos gestores educacionais; o PL 170/2019, que amplia o prazo das licenças maternidade e paternidade dos servidores públicos municipais com filhas (os) portadoras(es) de deficiência; e o PL 169/2019, que altera a carga horária das(os) servidoras(es) que sejam responsáveis legais ou cuidem diretamente de pessoas portadoras de deficiência.

Defesa da Saúde

Na Saúde, está em luta contra o desmonte do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e contra o sucateamento e abandono do Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM). Como instrumento de luta, Celso Giannazi apresentou a criação das CPIs do SAMU e do HSPM, acionou o Ministério Público e Tribunal de Contas e criou canal de denúncia na internet e abaixo-assinado em defesa dos dois segmentos.

A luta pelo resgate do HSPM já alcançou importantes vitórias. Após as diversas denúncias do vereador Celso Giannazi o prefeito Bruno Covas exonerou o superintendente e diversos gestores do Hospital; iniciou a reforma do Setor de Caldeiras e do encanamento, que estavam abandonados há anos e completamente sucateados; iniciou reforma da entrada do HSPM, que não possuía rampa de acesso, desrespeitando o marco legal que obrigada o acesso garantido às pessoas com deficiência.