A cada declaração de óbito a viatura do Samu fica indisponível para o restante da população por quase três horas. Foto: Wikipedia.
A cada declaração de óbito a viatura do Samu fica indisponível para o restante da população por quase três horas. Foto: Wikipedia.

Por causa do aumento das mortes por Covid-19, a emissão dos atestados pelo Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) ficou sobrecarregada e o Estado, sem nenhum planejamento, determinou em resolução que médicos do Samu fizessem os atestados de óbito. A cada declaração a viatura fica indisponível para o restante da população por quase três horas. 

Giannazi sempre defendeu o Samu na Comissão de Saúde contra o desmonte que Bruno Covas, que reduziu o número de bases do serviço. Frente a essa situação, o vereador acionou o MP, junto ao Dep. Carlos Giannazi para exigir que os socorristas sigam fazendo apenas o trabalho de socorro e atendimento pré-hospitalar. Após a pressão dos parlamentares e socorristas e medida foi revogada nesta quinta-feira (30).

Ação de Giannazi foi destaque na imprensa

Esta revogação é apenas mais uma das ações que Giannazi cobra da Prefeitura no combate ao coronavírus. Na Comissão de Saúde, da qual é membro, o vereador cobrou do Secretário de Saúde a ativação de 50 viaturas que estavam paradas. O ministério da Saúde paga por 122 ambulâncias e a cidade só tinha 72 funcionando.

O vereador também cobrou uma postura a respeito dos 200 médicos cubanos, que faziam parte do programa “Mais Médicos”, que ainda não foram incorporados no sistema de saúde do município e poderiam fortalecer o combate ao coronavírus.

Giannazi na Comissão de Saúde questionando o secretário sobre as medidas de combate ao coronavírus na capital

Giannazi também denunciou a falta de equipamentos de proteção individual (EPI ‘s) no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM), e cobrou do secretário a convocação das enfermeiras aprovadas em concurso e que ainda não estão trabalhando no HSPM por negligência da Prefeitura.