No dia 27 de maio, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) determinou a suspensão do corte nas integrações.
No dia 27 de maio, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) determinou a suspensão do corte nas integrações.

A partir de segunda (10), os trabalhadores paulistanos voltaram a poder realizar até quatro embarques em ônibus diferentes no período de três horas ao valor de R$ 4,30 . Desde o dia 22 de fevereiro, com a publicação do Decreto Nº 58.639 do prefeito Bruno Covas, mais de 1,2 milhão de paulistanos foram prejudicados com o corte em suas integrações.

Para reverter os cortes e denunciar mais essa arbitrariedade da gestão Covas, o vereador Celso Giannazi apresentou Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 15/2019 que propunha a anulação das mudanças impostas pelo prefeito e restituía aos trabalhadores o número de integrações e da categoria cartão anônimo – aquele utilizado por quem chega à cidade de São Paulo do interior do estado ou de outros estados -, também garante o fim da política de validade do cartão de cinco anos – ao perder a validade, o crédito do cartão passa automaticamente para os cofres da Prefeitura, o que é classificado como enriquecimento ilícito da administração pública.

“Não há limites para a sanha de cortes e ataques de Bruno Covas. Além de confiscar as integrações e aumentar a passagem do transporte coletivo, o prefeito também cortou linhas de ônibus e reduziu o trajeto de diversas rotas, prejudicando de forma brutal os mais pobres. Nossa luta é para garantir o direito à cidade, à mobilidade e o respeito aos paulistanos e paulistanas”, afirma o vereador Giannazi.

O vereador lembra que a decisão de Bruno Covas  prejudica especialmente a população mais carente e vulnerável que vive nas áreas periféricas mais distantes do centro urbano.