Cortes na educação tem sensibilizado amplos setores da população, o que explica a massiva adesão nos atos anteriores.
Cortes na educação tem sensibilizado amplos setores da população, o que explica a massiva adesão nos atos anteriores.

Nesta terça (13) tem luta em defesa da Educação. A juventude secundarista, do ensino universitário e da pós-graduação vai ocupar as ruas do Brasil em atos e passeatas contra os cortes do governo Bolsonaro na Educação.

Bolsonaro promoveu seis meses de ataques contra a Educação

Desde o início do ano, universidades e institutos federais perderam R$ 5,84 bilhões em verbas, ameaçando o funcionamento de diversas universidades, inclusive com o perigo de fechamento de alguns campi universitários.

Os cortes da gestão Bolsonaro afetam todas as áreas da Educação, desde a Educação Básica até o Ensino Superior. A pesquisa também está na mira deste governo, que também podem ser paralisadas não apenas por conta do corte de 2.700 bolsas, anunciado pelo Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes), mas também pela falta de recursos para manter os laboratórios funcionando.

EDUCAÇÃO NÃO SE VENDE, SE DEFENDE!

Jair Bolsonaro ataca duplamente a Educação ao impor cortes brutais ao seu orçamento e com a Reforma da Previdência, que piora a vida dos trabalhadores da Educação.

Somente em 2019, foram cortados R$ 6,2 bilhões, cerca de 25% do orçamento anual, o maior corte da esplanada dos ministérios.

Os cortes vão desde o Ensino Infantil até o Ensino Médio. Em um verdadeiro extermínio do futuro!

✂ R$ 348 milhões na “produção, aquisição e distribuição de livros e materiais didáticos e pedagógicos para educação básica;

✂ R$ 14 milhões da alfabetização e educação de jovens e adultos;

✂ R$ 21 milhões para a construção e manutenção de creches e pré-escolas;

✂ R$ 19,7 milhões do transporte escolar;

Programação

Já estão agendadas manifestações em pelos menos 80 municípios do país, incluindo capitais e grandes cidades. Na capital paulista, os estudantes se reúnem a partir das 15h, em frente ao Masp.  Será a terceira vez que eles ocuparão às ruas do país contra os cortes do governo Bolsonaro.

Em 15 de maio, o primeiro “tsunami” pela educação reuniu mais de 1 milhão de pessoas. Duas semanas depois, em 30 de maio, também reuniu milhares de pessoas nas principais cidades do país.

Programação divulgada pelas entidades estudantis.