Imagem: Gabriel Lordello/Folhapress (Reprodução)
Imagem: Gabriel Lordello/Folhapress (Reprodução)

A gestão Doria/Covas já demonstrou que é inimiga da Educação e dos demais Serviços Públicos, e que governa seguindo os interesses de empresários e da velha privataria tucana. Neste mês, Covas voltou a atacar a Educação infantil e deixou ainda mais gritante o seu projeto privatista para a Educação da cidade com as propostas de comercialização de vagas de creches.

Para promover a completa privatização da Educação Pública da cidade, Bruno Covas apresentou o PL 754/19, que comercializa vagas em creches com o “Programa Mais Creche”, e o PL 788/2019, que cria o bolsa creche e legitima a figura da “Mãe crecheira”. Para implementar esses dois projetos, a Prefeitura gastará cerca de R$ 400 milhões, quantia suficiente para construir 400 CEIs diretos em São Paulo que atenderiam 60 mil bebês e crianças.

Não contente em abandonar os bebês de São Paulo, a gestão Covas ainda quer dar dinheiro para os empresários e deixar essas crianças e famílias totalmente dependentes da iniciativa privada. Ao invés de fortalecer a Educação pública e direta, Bruno Covas optou por transferir recursos para um projeto que nunca deu resultado em lugar nenhum; impor cortes no módulo de professores, vigilantes e dos funcionários da limpeza; e criar uma bolsa que fere o direito das crianças e das mulheres.

🤔🤔 Por que somos contra o #voucher de Covas? ⤵️⤵️⤵️Com o voucher que transfere recursos da Educação para o lucro de…

Posted by Celso Giannazi on Monday, December 2, 2019

Giannazi, idealizador do Programa Educação em Primeiro Lugar, trava luta permanente na Câmara contra o projeto privatista e os ataques à Educação pela gestão Covas. Contra mais esse crime, o vereador acionou o Ministério Público, iniciou uma campanha contra o Voucher e lançou o abaixo-assinado em defesa da Educação Infantil.

Apesar de ter sido aprovado em primeira votação na Câmara, o PL 754/19 será pautado nesta semana para a segunda votação e depois para a sanção do prefeito. Por isso, é vital que a população se mobilize e faça pressão na Câmara para que esse projeto criminoso seja barrado.

Veja também: Educação contra a barbárie é tema de debate na Câmara