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Escolas sem funcionários da limpeza e segurança, alunos sem uniformes e material escolar. É assim que vai começar o ano letivo, na próxima quarta-feira, 5, na maior cidade do país. De acordo com a Prefeitura de São Paulo, o material deve ser entregue aos alunos somente na segunda semana de fevereiro e o aplicativo para a compra de uniformes deverá estar disponível apenas na primeira semana de março.

Segundo reportagem do site G1, o secretário da área, Bruno Caetano, se saiu com essa: “nos últimos 15 anos, a Secretaria de Educação não entregou nenhum uniforme no primeiro dia [de aula]”. Você já se saiu com uma desculpa esfarrapada dessa no trabalho? Todo mundo erra, então posso errar também. Acho que não.

Prefeito a serviço de quem?

E o desmonte promovido por Bruno Covas não para aí:

  • fechamento de turmas da EJA e do ensino regular;
  • transferência de serviços como limpeza da caixa d’agua e dedetização para a responsabilidade única das escolas (o que é uma afronta ao seu caráter pedagógico);
  • por fim, mas não menos importante, o confisco salarial de professoras e professoras do município a partir do ano passado.

1 Ano de Mandato

Desde o começo do seu mandato, em 30 de janeiro de 2019, Celso Giannazi luta contra o desmonte. Ele é o idealizador do inédito Conselho da EJA na Câmara, entre outras ações em defesa da educação de jovens e adultos. Também tem pressionado Covas para que todos os aprovados no concurso da PEIF sejam convocados.  Nessa semana, 148 pessoas foram chamadas. Aproveite e veja se o seu nome está na lista!