Foto: Portal Saúde Business
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Uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), mostra que mais da metade – cerca de 62% – dos profissionais da Saúde que atuam diretamente no controle da pandemia, continuam trabalhando sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) essenciais para prevenir a contaminação pelo vírus.

A maior queixa é em relação à falta de máscaras cirúrgicas e de uso hospitalar (tipo N95). Além disso, também falta álcool 70 para 70%  dos servidores, e avental, para 30%. 

Os dados são alarmantes visto que tratamos do município com maior número de casos de covid-19 no país, e com quase um terço dos servidores da Saúde pertencentes ao grupo de risco. 

Devido ao descaso da gestão Covas que nada faz para proteger esses servidores, a cada dia, o número de profissionais de Saúde contaminados pelo coronavírus aumenta, tornando-os inaptos a exercerem suas funções e consequentemente diminuindo a possibilidade de achatar a curva que representa a mortalidade pela doença no país. Aproximadamente 7 mil profissionais, entre médicos, técnicos de enfermagem e enfermeiros, já foram afastados do trabalho desde o começo da pandemia por apresentarem sintomas suspeitos.

Em meio à pandemia, oito servidores da saúde do município morrem

Desde o começo da pandemia, o mandato vem recebendo diversas denúncias sobre a falta crônica de EPI’s nas unidades hospitalares. Desta forma, Celso Giannazi acionou o Ministério Público com representação e requerimento solicitando um posicionamento do poder público e a entrega imediata desses itens aos hospitais, SAMU, UPA’s e UBS’s do município.

Estado de Emergência: exigimos da Prefeitura EPI’s para quem está na linha de frente