Segundo o levanteamento um terço dos paulistanos não conhece, nem mesmo por ouvir falar, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Foto: Reprodução.
Segundo o levanteamento um terço dos paulistanos não conhece, nem mesmo por ouvir falar, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Foto: Reprodução.

Nova pesquisa, publicada em outubro pela Rede Nossa São Paulo, mediu a avaliação da população paulistana em relação à segurança de equipamentos para crianças e adolescentes, o que deve ser prioridade para que a cidade de São Paulo promova mais qualidade de vida para as crianças e adolescentes e com que frequência crianças e adolescentes costumam participar no planejamento e nas decisões de questões que as afetam

Conheça a luta de Giannazi na defesa da criança e do adolescente!

Segundo o levanteamento um terço dos paulistanos não conhece, nem mesmo por ouvir falar, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Contudo, para 55% dos paulistanos, o ECA é considerado muito importante para garantir os direitos e proteger essa população, enquanto outros 11% consideram a legislação pouco ou nada importante para defendê-las. Em tempos de ataques ao estatuto – como os feitos pelo presidente Jair Bolsonaro, que disse que o ECA devia ser “jogado na latrina” – o desconhecimento da legislação pode auxiliar aqueles que querem liquidá-la.

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No levantamento, 89% dos moradores da cidade de São Paulo consideram que praças e parques públicos são pouco ou nada seguros para crianças e adolescentes e 82% tiveram a mesma opinião sobre as quadras poliesportivas. Tais dados da pesquisa “Viver em São Paulo: Crianças e Adolescentes” revelam as percepções da população a respeito do desmonte promovido pela Gestão Doria/Covas, principalmente no setor na assistência social, e que afetam diretamente as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Além da população se sentir insegura sobre os espaços públicos que frequentados pela juventude, cerca de 4 em cada 10 paulistanas e paulistanos têm a percepção de que as crianças e adolescentes nunca participam das decisões de questões que as afetam nos bairros e na cidade. Na cidade, já são 66% que consideram que crianças e adolescentes nunca participam (38%) ou participam raramente (28%).

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Mesmo com a juventude sendo ignorada pelo poder público,  72% dos munícipes concordam com políticas de oferta de 1º emprego como forma de garantir mais oportunidades para os jovens e 62% concordam com ampliação da oferta de ensino integral como forma de afastar crianças e adolescentes de situações de vulnerabilidade. Isso segundo dados da pesquisa “Viver em São Paulo: Assistência Social”, também da Rede Nossa São Paulo.

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Contudo funcionários, frequentadores e administradores de 14 Cedesps (Centro de Desenvolvimento Social e Produtivo) da capital temem pela suspensão das atividades, a partir de janeiro do ano que vem. Os Cedesps oferecem cursos profissionalizantes para jovens e adultos da cidade de São Paulo que estão em vulnerabilidade social. Das 59 unidades espalhadas em várias regiões da capital, 32 passaram por renovação de convênio de prestação de serviço. Porém, 14 delas tiveram a renovação impugnada pela prefeitura.

Nosso mandato na luta em defesa da educação!

Frente a essa realidade, Giannazi segue ouvindo crianças e adolescentes através dos Conselhos, e promovendo iniciativas para dar melhores oportunidades, especialmente para as vítimas do desmonte dos serviços públicos promovido pela Gestão Doria/Covas. O vereador luta por melhores oportunidades para as crianças e adolescentes da cidade, e combate os cortes na assistência social, segurança e educação que prejudicam principalmente os jovens em situação de vulnerabilidade social. Não perca os próximos eventos:

Dia 08/11: Reunião do Conselho de inclusão escolar

Dia 12/11: Reunião do Conselho de Educandos e Educadores da EJA

Dia 22/ 11: Festival Folhas do Baobá promovido pelo Conselho Mirim

Dia 25/11: Reunião do Conselho de Educação infantil